Conversas e ensaios sobre saúde mental, ciência e cuidado.
Um espaço para leituras pausadas, reflexões clínicas e conversas em áudio. Publicamos quando há algo que mereça ser dito — sem pressa, com rigor.

Meu antidepressivo parou de funcionar: isso realmente acontece?
E quando é hora de pensar em outras estratégias, como a cetamina? Antes de trocar a receita, há perguntas mais importantes a responder.
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28 Jul 20267 minComo funciona a avaliação para tratamento com cetamina?
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21 Jul 20269 minTranstorno Afetivo Bipolar: estigmas, classificações e manejo seguro
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14 Jul 20268 minDepressão grave x resistente: qual a diferença e como cada caso é tratado
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06 Jul 20268 minCetamina x Antidepressivos: a sinergia neurobiológica e o efeito "adubo"
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29 Jun 20267 minO que esperar nas primeiras sessões de cetamina? Efeitos, sensações e o protocolo de conforto.
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22 Jun 20269 minO que é fibromialgia? Rompendo o preconceito com a ciência do processamento central da dor.
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16 Jun 20268 minCetamina causa dependência? Mitos, verdades e a visão da psiquiatria intervencionista.
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09 Jan 202610 minTratamento com Infusão de Cetamina: protocolo e informações
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Episódios indisponíveis no momento
Ouça todos os episódios diretamente no Spotify.
- 0106 de out. de 20261min
Falou no impulso e se arrependeu? 3 formas de responder diferente
“Por que eu fui falar aquilo?” Se essa pergunta aparece depois de uma discussão, este vídeo é para você. Conheça três formas de criar uma pausa entre sentir e falar — sem engolir o que sente e sem transformar tudo em briga. 💬Qual frase você gostaria de ter usado na sua última discussão?#RegulaçãoEmocional #Impulsividade #Comunicação #Relacionamentos #SaúdeMental
Ouvir no Spotify↗ - 0201 de out. de 20260min
Ozempic e Mounjaro podem melhorar sintomas de TDAH?
Alguns pacientes usando agonistas de GLP-1 relatam menos “food noise”, craving, compulsividade e busca constante por recompensa — e descrevem até uma sensação de “mente mais silenciosa”.Mas isso significa que semaglutida ou tirzepatida tratam TDAH? Ainda não. A hipótese mais interessante envolve os circuitos cerebrais de recompensa, impulsividade e dopamina, e não necessariamente uma melhora direta da atenção.A ciência está começando a investigar essa conexão — e os próximos estudos podem ser muito interessantes.#TDAH #ADHD #Ozempic #Mounjaro #Semaglutida #Tirzepatida #GLP1 #Psiquiatria #Neurociência #Dopamina #Compulsividade #SaudeMental
Ouvir no Spotify↗ - 0330 de set. de 20261min
Cheirar Ritalina dá ruim?
Cheirar Ritalina dá ruim? O que realmente acontece com o cérebro e o corpoUsar Ritalina® (metilfenidato) de forma diferente da prescrita — especialmente triturando e aspirando — pode transformar um medicamento seguro quando bem indicado em uma substância de maior risco.Neste episódio, explico por que a via nasal aumenta a velocidade de absorção e pode elevar o risco de taquicardia, hipertensão, ansiedade intensa, agitação, paranoia, psicose, dependência e lesões nasais, além de favorecer padrões de abuso.Também discutimos a diferença entre uso terapêutico de estimulantes no TDAH e uso recreativo ou inadequado, e por que “ser um medicamento” não significa que qualquer forma de uso seja segura.Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica individualizada.
Ouvir no Spotify↗ - 0428 de set. de 20261min
Só tem Gênio no Brasil
Como explicar um paradoxo curioso?O Brasil apresenta, há anos, resultados preocupantes em avaliações educacionais internacionais e enormes dificuldades na formação básica. Ainda assim, no consultório, parece surgir todos os dias um novo “superdotado”, um novo “gênio incompreendido” ou alguém que passou décadas sem saber que era, ao mesmo tempo, autista e TDAH.Será mesmo que estamos diante de uma epidemia de genialidade e neurodivergência — ou de uma epidemia de diagnósticos mal feitos?É evidente que TEA, TDAH e altas habilidades existem, são frequentemente subdiagnosticados e merecem reconhecimento adequado. O problema começa quando investigação clínica rigorosa é substituída por confirmação identitária.Enquanto determinados diagnósticos se tornam socialmente mais aceitáveis — e até valorizados — outros passam a ser rejeitados. Pouca gente chega ao consultório querendo ouvir sobre transtornos de personalidade, traços narcisistas, instabilidade emocional, padrões disfuncionais de relacionamento, baixa tolerância à frustração ou dificuldades construídas ao longo da própria história.É muito mais confortável receber uma explicação que diga: “você sempre foi diferente porque nasceu assim” — e, melhor ainda, “porque é intelectualmente acima da média”.Só que diagnóstico não deveria servir para proteger a autoestima. Deve servir para explicar fenômenos clínicos e orientar tratamento.Altas habilidades, inclusive, não constituem por si só um diagnóstico psiquiátrico. E desempenho elevado em alguns domínios não transforma automaticamente alguém em “superdotado”, da mesma forma que dificuldades sociais não significam necessariamente autismo, desatenção não significa obrigatoriamente TDAH e instabilidade afetiva não pode ser simplesmente apagada porque apareceu uma hipótese diagnóstica mais palatável.Uma boa avaliação precisa perguntar também o que o paciente talvez não queira ouvir.História longitudinal, prejuízo funcional, desenvolvimento infantil, contexto familiar, personalidade, funcionamento social, diagnóstico diferencial, inconsistências do relato e dados objetivos precisam entrar na equação.Quando neuropsicologia e psiquiatria passam a funcionar no modelo fast-food — teste, laudo, rótulo e confirmação em poucas horas — há um problema maior do que simplesmente “errar um diagnóstico”.O diagnóstico errado muda o tratamento.Muda a psicoterapia.Muda a medicação.Muda a maneira como a pessoa interpreta a própria história.Muda aquilo que familiares e escolas passam a esperar dela.E, em escala coletiva, pode mudar até a maneira como recursos de saúde, educação e assistência são distribuídos.O profissional não deveria dizer aquilo que fideliza o paciente. Deveria dizer aquilo que os dados sustentam — inclusive quando é desconfortável.Talvez não tenhamos descoberto subitamente uma geração inteira de gênios incompreendidos.Talvez estejamos vivendo uma época em que alguns diagnósticos viraram identidade, outros viraram ofensa e a avaliação clínica, em certos espaços, passou perigosamente de investigação para validação.Diagnóstico sério não é prêmio, desculpa ou identidade.É hipótese clínica sustentada por evidências — e deve existir, antes de tudo, para ajudar o paciente.
Ouvir no Spotify↗ - 0513 de set. de 20262min
Avaliação Neuropsicológica: Quando Pedir — e Quando Não Pedir
Neste vídeo, vou falar sobre algo que vejo com muita frequência na prática clínica: famílias solicitando — e profissionais indicando — avaliações neuropsicológicas sem critérios bem definidos.Mais importante do que saber quando pedir uma avaliação neuropsicológica é saber como interpretar seus resultados.Um exame mal indicado, mal conduzido ou interpretado de forma isolada pode gerar diagnósticos equivocados, criar rótulos que acompanham uma pessoa por muitos anos e, ainda, direcionar tratamentos e condutas que nem sempre são adequados.A avaliação neuropsicológica é uma ferramenta extremamente valiosa — quando utilizada com indicação, qualidade técnica e integrada à avaliação clínica.Neste vídeo, explico de forma rápida, prática e consciente quando ela realmente pode ajudar.Acompanhe:@giocondo.psiquiatra@minerva.clinicaPor uma psiquiatria ética, criteriosa e baseada em evidências.
Ouvir no Spotify↗ - 0611 de set. de 202631min
Mortalidade no TEA e no TDAH: o que sabemos sobre os riscos
Neste vídeo, vou abordar um tema difícil, mas extremamente importante: a mortalidade entre pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).Esse é um assunto que merece atenção porque, como veremos, existem particularidades importantes nesses grupos, com riscos que podem variar de acordo com diferentes fatores clínicos, sociais e individuais. Mesmo dentro de um mesmo diagnóstico, alguns subgrupos apresentam maior vulnerabilidade e estão sujeitos a desfechos mais graves.Compreender esses riscos é fundamental para pensarmos em prevenção, diagnóstico precoce, acompanhamento adequado e estratégias de cuidado mais eficazes.Acompanhe o vídeo até o final e compartilhe suas dúvidas e reflexões nos comentários. Não se esqueça de curtir e seguir nossas redes:@giocondo.psiquiatra@minerva.clinica
Ouvir no Spotify↗ - 0706 de set. de 202635min
Asperger é a mesma coisa que TEA Nível 1?
Qual a diferença entre Síndrome de Asperger e TEA Nível 1 de Suporte?Durante muitos anos, a Síndrome de Asperger foi considerada um diagnóstico separado dentro dos transtornos do desenvolvimento. Com a publicação do DSM-5, em 2013, essa categoria deixou de existir de forma independente e passou a ser incluída dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA).Mas atenção: Síndrome de Asperger e TEA Nível 1 não são exatamente sinônimos. O antigo diagnóstico de Asperger descrevia, de maneira geral, pessoas com dificuldades persistentes na comunicação e interação social, interesses restritos ou comportamentos repetitivos, sem atraso significativo de linguagem ou deficiência intelectual. Já o Nível 1 de suporte é uma classificação atual que indica que a pessoa com TEA necessita de suporte, embora geralmente apresente maior autonomia em comparação aos níveis 2 e 3.Neste vídeo, explico como os critérios diagnósticos mudaram, por que o termo Asperger deixou de ser utilizado nos principais manuais atuais e como compreender corretamente o TEA Nível 1 de suporte.Informação de qualidade também ajuda a combater mitos e simplificações sobre o autismo.Não deixe de nos seguir em @giocondo.psiquiatra e @minerva.clinica#Autismo #TEA #Asperger #TEANivel1 #Neurodivergência #Psiquiatria #Neurodesenvolvimento
Ouvir no Spotify↗ - 0827 de ago. de 202633min
Tratamento da Impulsividade em TDAH Infantil
Nesta aula, vou abordar como compreender a impulsividade no contexto do TDAH infantil, discutindo suas diferentes manifestações clínicas e as principais estratégias de manejo.Falaremos tanto sobre o tratamento farmacológico quanto sobre intervenções não farmacológicas, incluindo abordagens comportamentais, psicoterápicas e orientações para família e escola.Não deixe de acompanhar mais conteúdos em @giocondo.psiquiatra e @minerva.clinica.Obrigado!
Ouvir no Spotify↗ - 0922 de ago. de 20261h 10min
Novas Fronteiras no Tratamento do TDAH
Nesta aula, vou aproveitar o gancho da aprovação muito recente da centanafadina pelo FDA para discutir o que há de mais novo no cenário do tratamento farmacológico do TDAH.Vamos passar tanto pelas moléculas já consolidadas — especialmente os psicoestimulantes, que ainda devem permanecer como pilares do tratamento por muito tempo — quanto pelos não psicoestimulantes já aprovados. Também vamos explorar novas moléculas, mecanismos de ação emergentes, tratamentos ainda em investigação e até aqueles que pareciam promissores, mas acabaram “morrendo na praia”.A ideia é fazer um panorama atual, crítico e baseado em evidências sobre onde estamos e para onde o tratamento do TDAH parece caminhar.Espero que gostem da aula!E não deixem de me acompanhar em:@giocondo.psiquiatra@minerva.clinicaObrigado!
Ouvir no Spotify↗ - 1019 de ago. de 202629min
TDAH & SONO
Nesta aula, vou abordar a relação entre o TDAH e o sono, destacando por que essa associação é tão importante na avaliação e no manejo clínico dos nossos pacientes.Além de discutir as principais evidências científicas sobre o tema, apresentarei estratégias práticas e orientações baseadas em evidências que podem auxiliar na identificação e no tratamento dos problemas de sono em pessoas com TDAH.Siga nas redes sociais:@giocondo.psiquiatra@minerva.clinicaMuito obrigado e boa aula!
Ouvir no Spotify↗ - 1118 de ago. de 20261h 35min
Público-alvo na educação especial: quem são, o que precisam e como o especialista responde
A pergunta nunca é só "qual é o laudo?". É "qual barreira impede esse aluno de aprender?" — e essas duas coisas não são iguais.No Brasil, 2,5 milhões de alunos fazem parte do público-alvo da educação especial (Censo Escolar 2025), e 93,5% deles já estudam em classes comuns. A inclusão deixou de ser projeto — é a chamada de hoje, em cada turma do país. Mas apenas 6,4% dos professores de classes comuns têm formação em educação especial.Nesta NeuroAula, o Dr. José Guilherme Giocondo (médico psiquiatra da infância e adolescência, corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein) vai mostrar quem são esses alunos, o que a lei garante e o que o especialista precisa fazer na prática:✅ Os três grupos oficiais do PAEE — deficiência, TEA e altas habilidades/superdotação — e por que o TDAH fica na fronteira, sem AEE automático;✅ Por que "sem laudo, sem apoio" é um dos maiores erros da inclusão — a necessidade observada já autoriza a escola a agir (NT 04/2014-MEC);✅ A diferença entre integração ("o aluno cabe na escola") e inclusão ("a escola se redesenha para todos");✅ As 6 barreiras reais que impedem a aprendizagem — física, sensorial, comunicacional, metodológica, atitudinal e social — e por que elas moram no ambiente, não no aluno;✅ O Tripé da Inclusão: AEE, sala comum e rede (família, saúde e terapias) — e por que, quando um dos três falta, o aluno fica matriculado mas não incluído;✅ Três casos reais de sala de aula — Davi (TEA), Manuela (deficiência intelectual) e Rafael (altas habilidades) — e como a mesma lição se repete: a resposta vem quando o ambiente muda, não quando alguém tenta "consertar" o aluno.📌 Uma aula essencial para professores regentes, professores do AEE, coordenadores pedagógicos, gestores escolares e todos que convivem com a diversidade em sala de aula.💬 Ative o lembrete, participe ao vivo e envie suas dúvidas pelo chat!"O laudo abre a porta. O caminho é nosso."
Ouvir no Spotify↗ - 1210 de jul. de 20268min
A Relação entre a Neurodivergência em Adultos e as Síndromes Crônicas de Burnout no Trabalho
Analisamos a interseção fisiológica onde a disfunção executiva encontra as demandas implacáveis do trabalho moderno, identificando por que o cérebro Neurodivergente entra em um estado de exaustão catastrófica. Ao dissecar as vulnerabilidades neurobiológicas e as respostas ao estresse crônico, esclarecemos como o manejo clínico inadequado transforma traços cognitivos administráveis em burnout debilitante, exigindo intervenções terapêuticas precisas e baseadas em evidências.Não deixe de me seguir nas demais redes:@giocondo.psiquiatra | @minerva.clinica
Ouvir no Spotify↗ - 1308 de jul. de 20263min
Como Saber se o Antidepressivo está Funcionando?
Um pequeno vídeo em que comento alguns aspectos da melhora clínica esperada com o uso de antidepressivos — inclusive sintomas que muitas vezes passam despercebidos — e formas práticas de ajudar o paciente a reconhecê‑los no dia a dia. Também reforço um ponto crucial: TEMPO É CÉREBRO. Não podemos atrasar o tratamento; por isso, contamos hoje com intervenções que potencializam os antidepressivos convencionais e ampliam nossas chances de resposta em casos de refratariedade.Não deixe de nos seguir!@giocondo.psiquiatra | @minerva.clinica
Ouvir no Spotify↗ - 1407 de jul. de 20261h 49min
TDAH e Medicações: tudo que o professor precisa saber
Nesta Live da NeuroSaber, vou abordar o tema "TDAH e Medicações: tudo que o professor precisa saber".De forma didática e com linguagem acessível, trarei aspectos que observo com frequência na prática clínica, sempre alinhados ao que a literatura científica nos orienta. Afinal, quando o professor compreende o TDAH e seu tratamento, a sala de aula se torna um ambiente de diálogo e potência terapêutica para crianças e jovens.Espero que gostem! E não deixem de me acompanhar nas demais redes:@giocondo.psiquiatra | @minerva.clinica
Ouvir no Spotify↗ - 1508 de jun. de 202610min
TDAH nas Mulheres: O Transtorno que Aprendeu a se Esconder
Por que tantas mulheres só descobrem o TDAH aos 30, 40 anos — depois de uma vida inteira se sentindo "desligadas", "preguiçosas" ou "incapazes de dar conta"?Neste episódio, a gente desvenda o TDAH que aprendeu a se esconder: o transtorno feminino, sutil, mascarado e historicamente invisibilizado. Conversamos sobre o subdiagnóstico e por que a "régua" usada para identificar o TDAH foi construída a partir do modelo masculino; sobre o estigma que transforma sintoma em falha de caráter; e sobre o masking, aquele esforço exaustivo de parecer que está tudo sob controle.Você também vai entender o elo bioquímico entre estrogênio e dopamina — e como as marés hormonais, da puberdade à menopausa, fazem os sintomas oscilarem ao longo da vida. E fechamos com os capítulos mais sensíveis: gestação, mercado de trabalho e maternidade.Spoiler: um diagnóstico, mesmo tardio, não é um rótulo. É uma explicação que muda vidas.🎧 Dá o play, e compartilha com aquela amiga que vive dizendo que é "muito distraída".⚠️ Conteúdo informativo. Não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento por profissional de saúde qualificado.Minhas redes:@giocondo.psiquiatra | @minerva.clinica giocondopsiquiatra.com | (11) 93424-6264
Ouvir no Spotify↗ - 1618 de mai. de 202611min
Cetamina na Minerva: Como Aplicamos na Prática Clínica
A cetamina virou um dos temas mais comentados na psiquiatria moderna — mas como é isso na prática real? Neste episódio, abrimos as portas da Minerva para explicar como utilizamos a cetamina com nossos pacientes: quem são os candidatos, como funciona o protocolo, o que esperar durante e após as sessões, e como acompanhamos os resultados. Sem hype, sem atalhos — psiquiatria honesta e baseada em evidências.
Ouvir no Spotify↗ - 1712 de mai. de 20263min
Cetamina vicia?
Cetamina no consultorio causa dependencia? Essa e uma das duvidas mais comuns de quem considera esse tratamento. Neste video explico de forma clara a diferenca entre o uso clinico e o uso recreativo, por que o risco de dependencia no contexto medico e muito baixo e quais situacoes exigem uma avaliacao mais cuidadosa antes da indicacao.A cetamina tem sido cada vez mais utilizada no tratamento de depressao resistente e ideacao suicida, mas ainda carrega muitos estigmas. Conhecimento e o melhor caminho para decisoes seguras.Se voce tem duvidas sobre esse ou outros tratamentos psiquiatricos, deixa nos comentarios.Acompanhe tambem nas redes sociais:Instagram: @giocondo.psiquiatra e @minerva.clinicaSite: clinicaminerva.com
Ouvir no Spotify↗ - 1827 de abr. de 20265min
Diagnóstico Tardio TEA e TDAH
Porque dá nome a uma coisa que você sempre sentiu, mas nunca conseguiu explicar.Antes do diagnóstico, muita gente passa a vida inteira se perguntando por que eu não consigo o que os outros conseguem com tanta facilidade?Por que se cansa tanto em situações sociais que pra todo mundo parecem tranquilas. Por que não consegue começar uma tarefa simples, mesmo querendo muito. Por que esquece compromissos importantes mesmo se importando. Por que precisa de tanto silêncio, ou tanto barulho, ou tanta rotina, ou tanta novidade. E geralmente a explicação que internalizamos é a pior possível: que somos preguiçosos, frágeis, dramáticos, antissociais, irresponsáveis, "muito" alguma coisa.O diagnóstico tardio reescreve essa narrativa de uma vez. Não é que você falhou em ser neurotípico — é que você nunca foi. Aquilo que você interpretava como defeito de caráter era, o tempo todo, um cérebro funcionando de um jeito diferente, tentando se adaptar a um mundo que não foi pensado pra ele. Isso muda tudo, porque a vergonha que você carregava por décadas começa a se dissolver. Não tem como se sentir culpado por ter um sistema nervoso.Tem também o alívio prático: você finalmente consegue parar de tentar consertar coisas que não estão quebradas. Pode largar estratégias que nunca funcionaram (forçar foco por força bruta, mascarar em todas as interações, fingir que barulho não te incomoda) e adotar as que realmente combinam com como seu cérebro opera. Você se permite descansar de jeitos que antes pareciam preguiça. Pede acomodações sem se sentir um fraude.E tem a parte da comunidade — descobrir que existem outras pessoas que sentem exatamente o que você sente, que têm as mesmas peculiaridades, que riem das mesmas coisas porque viveram as mesmas experiências esquisitas. Isso quebra um isolamento muito antigo.Vale dizer que o diagnóstico tardio também costuma vir com luto. Luto por anos de autocrítica desnecessária, por oportunidades perdidas, por relações que poderiam ter sido diferentes se você tivesse sabido antes. Os dois sentimentos coexistem — alívio e tristeza —, e isso é parte do processo. Mas a libertação geralmente é mais forte, porque pela primeira vez você está se vendo com clareza, e não através de um filtro de "o que há de errado comigo".
Ouvir no Spotify↗ - 1902 de abr. de 20261h 2min
Uso de Telas e TDAH - Plugados e Desatentos?
Uso de Telas e TDAH — Plugados e Desatentos?Vivemos uma era em que crianças, adolescentes e adultos passam horas diárias diante de telas — e o número de diagnósticos de TDAH não para de crescer. Coincidência ou correlação? Causalidade ou causalidade reversa? Esta aula examina criticamente as evidências científicas que conectam o uso de mídias digitais aos sintomas do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. A partir das principais meta-análises, estudos longitudinais e dados de randomização mendeliana, discutiremos os mecanismos neurobiológicos propostos — do sequestro dopaminérgico pelo scroll infinito às alterações corticais documentadas pelo estudo ABCD —, o papel mediador da impulsividade e dos distúrbios do sono, e a provável bidirecionalidade dessa relação. Abordaremos ainda como o tipo de conteúdo importa mais que o tempo total de tela, por que pacientes com TDAH são especialmente vulneráveis ao uso problemático de tecnologia, e como integrar a avaliação de hábitos digitais à prática psiquiátrica de rotina. A aula encerra com uma série de casos clínicos que ilustram armadilhas diagnósticas comuns: a privação de sono que mimetiza TDAH, o adulto "presente mas ausente" com dependência de redes sociais, e o jovem isolado digitalmente cujo quadro simula Transtorno do Espectro Autista. Mais do que respostas definitivas, o objetivo é oferecer nuance clínica em um tema dominado por manchetes simplistas.
Ouvir no Spotify↗ - 2023 de mar. de 20264min
Caso Clínico - Cetamina com TEA e Depressão Refratária
Neste video, vou falar sobre um caso clínico muito interessante. Paciente de 29 anos que chegou há cerca de 5 anos com queixa de ansiedade e depressão cronicas, que nada melhoravam. Após ajuste medicamentoso, intensivão da atividade física e cetamina, a paciente melhorou dos pensamentos de morte e está estável há anos, com dose baixa do antidepressivo, se casou, está bem no emprego e super funcional.@giocondo.psiquiatra@minerva.clinica
Ouvir no Spotify↗ - 2115 de mar. de 20269min
Transtorno Específico de Aprendizagem: DISLEXIA
A dislexia é um dos transtornos de aprendizagem mais comuns — e também um dos mais mal compreendidos. Muitas crianças e adultos passam anos sendo vistos como desatentos, preguiçosos ou pouco dedicados, quando na verdade enfrentam uma dificuldade específica no processamento da leitura.Neste episódio do GiocondoCast, explico de forma clara e acessível o que é a dislexia, como ela se manifesta ao longo da vida e por que o diagnóstico correto pode mudar completamente a trajetória escolar e emocional de uma pessoa.Você vai entender:• O que realmente é a dislexia• Como diferenciar dislexia de desatenção ou falta de esforço• Os sinais que aparecem na infância, adolescência e vida adulta• O papel da consciência fonológica na leitura• Como é feito o diagnóstico• Quais intervenções ajudam no desenvolvimento e na aprendizagemEste é um episódio essencial para pais, educadores, profissionais da saúde e para qualquer pessoa que queira compreender melhor como cérebros aprendem de formas diferentes.Porque aprender diferente não é aprender menos.@giocondo.psiquiatra
Ouvir no Spotify↗ - 2213 de mar. de 202613min
Transtornos Específicos de Aprendizagem
Este vídeo explica, de forma clara e rápida, o que são os transtornos específicos da aprendizagem, como dislexia, discalculia e dificuldades na escrita, e como reconhecer sinais de que uma criança pode precisar de ajuda.Não deixe de seguir, curtir e compartilhar!@giocondo.psiquiatra
Ouvir no Spotify↗ - 2330 de jan. de 20261h 2min
Aula sobre TDAH - Aula 1
IntroduçãoEpidemiologiaEvolução HistóricaCaracterísticas ClínicasPrimeiro bloco das aulas sobre TDAH. Espero que gostem, curtam e compartilhem sobre. Não deixei de me seguir:@giocondo.psiquiatra@clinica.minerva
Ouvir no Spotify↗ - 2423 de jan. de 20263min
TDAH e Sono
🧠 TDAH e Sono: O Vínculo Invisível que Afeta Sua Vida!Você sabia que até 60% das pessoas com TDAH lutam com insônia, apneia ou sono agitado? Neste vídeo exclusivo da Minerva Saúde Mental, o Dr. [Seu Nome] explora evidências científicas recentes sobre a prevalência (25-60% em adultos e crianças), causas neurobiológicas e estratégias práticas de higiene do sono adaptadas para TDAH.Descubra como melhorar o foco, reduzir hiperatividade e dormir melhor – baseado em meta-análises e guidelines internacionais. Ideal para pacientes, familiares e profissionais!#TDAH #Sono #SaudeMental #ADHD
Ouvir no Spotify↗ - 2511 de jan. de 20262min
A resposta inicial à cetamina prediz melhora clínica?
A resposta inicial à cetamina prediz melhora clínica?Neste episódio, discutimos o que a ciência mostra sobre a resposta precoce à cetamina em psiquiatria: em quanto tempo os primeiros efeitos costumam surgir, se a resposta nas sessões iniciais pode predizer benefício sustentado, quais fatores clínicos estão associados a melhor ou pior resposta e como essa informação orienta decisões terapêuticas e de seguimento. Uma conversa baseada em evidências, sem promessas simplistas.
Ouvir no Spotify↗ - 2611 de jan. de 20262min
O que esperar nas 1as sessões de Cetamina?
O que esperar nas primeiras sessões de cetamina?Neste episódio, explico como funcionam as primeiras aplicações de cetamina em psiquiatria: indicações, preparo, monitorização, sensações mais comuns durante a sessão, possíveis efeitos colaterais e critérios de segurança. Um guia claro e baseado em evidências para pacientes, familiares e profissionais de saúde que querem entender como esse tratamento é conduzido na prática clínica.
Ouvir no Spotify↗ - 2705 de jan. de 20263min
Cetamina X EMT
Neste episódio, discutirei os benefícios e questões específicas da cetamina e da estimulação magnética transcraniana (TMS) em saúde mental. A cetamina oferece ação antidepressiva rápida (horas a dias) em depressão resistente e ideação suicida, modulando plasticidade sináptica, mas exige monitorização devido a efeitos agudos como dissociação, hipertensão e riscos de abuso ou sintomas urinários em uso prolongado. Já a TMS, não invasiva e aprovada para depressão e TOC, promove resposta em 60-70% dos casos após 2-4 semanas de sessões diárias, com manutenção duradoura, perfil de segurança favorável (cefaleia leve comum, risco raro de crise) e sem sedação. Ambas têm eficácia comparável em depressão resistente, com cetamina ideal para crises agudas e TMS para estratégias de longo prazo; combinações emergentes mostram potencial sinérgico.
Ouvir no Spotify↗ - 2808 de dez. de 20253min
Quem pode se beneficiar da cetamina?
A Cetamina não é para todos, mas para aqueles que possuem indicação, pode ser um verdadeiro "game changer" no tratamento da Depressão. Aqui abordo os seguintes temas, de forma prática e didática.Depressão resistente a 2+ antidepressivos.Episódios depressivos graves ou urgência clínica.Transtorno bipolar — episódios depressivos.Ideação suicida (resposta rápida).Pessoas que não toleram efeitos colaterais de antidepressivos.Curtam, compartilhem e não deixe de nos seguir em:@giocondo.psiquiatra e @minerva.clinica
Ouvir no Spotify↗ - 2924 de nov. de 202512min
Desafios da Depressão no Autismo
O episódio aborda como a depressão é uma condição significativamente mais prevalente em pessoas no espectro autista, em razão das barreiras sociais, dificuldades de comunicação e adaptação ao mundo ao redor. Destaca-se o conceito de mascaramento, no qual o autista esconde seus traços para se adaptar socialmente, mas isso gera desgaste emocional, ansiedade e maior risco de depressão.São exploradas as manifestações atípicas da depressão no autismo, que podem se expressar por agitação, irritabilidade e isolamento, em vez dos sintomas tradicionais como tristeza profunda e apatia. O isolamento social, comum na população autista, é mostrado como fator agravante, levando a sentimentos de solidão e desesperança.O episódio apresenta relatos reais de pacientes, familiares e especialistas que ilustram o impacto da depressão na qualidade de vida, ressaltando a importância de um olhar clínico atento para diagnóstico e tratamento adequados, incluindo psicoterapia adaptada e, quando necessário, medicação.A mensagem chave é o reconhecimento da complexidade do sofrimento das pessoas autistas com depressão e a urgência de apoio especializado que considere as particularidades do autismo, promovendo inclusão, suporte emocional e intervenções precoces para melhorar o bem-estar mental dessa população.@giocondo.psiquiatra
Ouvir no Spotify↗ - 3018 de out. de 202511min
TOD - Transtorno Opositor Desafiante
Hoje vamos falar do Transtorno Opositor Desafiante (TOD) e os pontos mais importantes que todos precisam saber. Se gostou, por favor curtam, compartilhem e dêem 5 estrelinhas!@giocondo.psiquiatra
Ouvir no Spotify↗ - 3106 de out. de 202513min
A polêmica dos diagnósticos no TDAH e Autismo
Neste vídeo, eu vou abordar do ponto de vista científico e prático uma dúvida que eu sei que muitos têm ou já ouviram: o famoso "na minha época não tinha tanto autismo ou tdah". Será mesmo?Não deixe de seguir no insta @giocondo.psiquiatra, comentar e compartilhar. Além disso, sempre que possível dê 5 estrelas para melhorar o engajamento.obrigado
Ouvir no Spotify↗ - 3222 de set. de 202558min
ABATALKS - Medicações e TEA
Neste episódio da Live ABATalks, eu falo sobre a questão das medicações no Autismo, um tema da maior importância. Como eu falo, não existe TRATAMENTO PARA AUTISMO, mas nós QUASE SEMPRE. usamos tratamentos para MELHORAR ASPECTOS/SINTOMAS/COMORBIDADES no Autismo. Espero que gostem!@giocondo.psiquiatra
Ouvir no Spotify↗ - 3314 de set. de 202510min
TDAH em Mulheres: Desafios, motivos e mitos.
Neste episódio, mergulhamos fundo nas particularidades do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em mulheres. Abordamos por que o diagnóstico tantas vezes passa despercebido, explorando os desafios clínicos, sociais e hormonais envolvidos no reconhecimento dos sintomas em diferentes fases da vida feminina. Comentamos os motivos que levam ao subdiagnóstico, como a camuflagem dos sintomas, as estratégias de compensação e o estigma de gênero .Desmistificamos crenças populares sobre o TDAH em mulheres e mostramos como o quadro pode se manifestar de modo diferente, provocando prejuízos emocionais, acadêmicos, profissionais e nos relacionamentos. Falamos sobre os impactos das comorbidades, as dificuldades de pedir ajuda e, principalmente, as oportunidades de manejo moderno, desde tratamentos farmacológicos individualizados até estratégias psicoterapêuticas inovadoras. Uma conversa aberta, baseada em evidências, que orienta profissionais de saúde, pacientes e famílias a enxergarem o TDAH feminino além dos mitos e dos estereótipos, promovendo informação de qualidade e acolhimento real.
Ouvir no Spotify↗ - 3431 de ago. de 202517min
Bipolaridade (Transtorno Afetivo Bipolar)
Neste episódio, mergulhamos no universo do Transtorno Afetivo Bipolar, um transtorno mental que afeta profundamente o humor e a vida das pessoas. Explicamos de forma clara o que é o TAB, seus principais sintomas, tipos de episódios (mania, hipomania e depressão), além de abordar as causas, diagnóstico e as opções de tratamento. Também discutimos o impacto do sofrimento na vida pessoal e profissional, a importância do acompanhamento multidisciplinar e quebramos tabus e estigmas relacionados à doença. Um conteúdo essencial para quem busca entender melhor essa condição complexa e aprender a lidar com ela, seja como paciente, familiar ou profissional da saúde.
Ouvir no Spotify↗ - 3525 de ago. de 202511min
Estimulação Magnética Transcraniana (EMT)
Neste episódio do podcast, exploramos em profundidade a Estimulação Magnética Transcraniana (EMT), uma técnica inovadora e não invasiva de neuromodulação que utiliza campos magnéticos para estimular de forma precisa regiões específicas do cérebro. Por meio da indução eletromagnética, a EMT tem se consolidado como um tratamento promissor para diversas condições psiquiátricas, incluindo depressão resistente, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), dependências químicas como tabagismo, transtornos comportamentais como jogo e compras compulsivas, além da fibromialgia, dor crônica e sequelas de AVC. Discutimos o funcionamento da técnica, suas principais indicações e os efeitos terapêuticos esperados.Abordamos também os avanços recentes na área, como a técnica Theta-Burst, que permite sessões mais curtas mantendo a eficácia do tratamento, a segurança do procedimento, seus efeitos colaterais mínimos e sua comparação com os tratamentos farmacológicos convencionais.Este episódio é ideal para profissionais da saúde, pacientes e para todos que desejam compreender como a neuromodulação está revolucionando a prática da psiquiatria contemporânea.
Ouvir no Spotify↗ - 3621 de ago. de 202513min
Transtorno de Personalidade Borderline
Neste episódio, exploramos o Transtorno de Personalidade Borderline de forma clara e didática, abordando suas características principais e desmistificando mitos comuns. Discutimos polêmicas importantes, como o estigma do diagnóstico, a eficácia do tratamento, e mal-entendidos sobre comportamentos como automutilação. Com um olhar empático e informativo, convidamos você a compreender melhor esse transtorno complexo e a refletir sobre a importância do apoio e do respeito.
Ouvir no Spotify↗ - 3718 de ago. de 202515min
Depressão
A depressão é um dos transtornos mentais mais prevalentes da atualidade e, ao mesmo tempo, um dos mais cercados de estigmas e desinformação. Neste episódio, vamos explorar o tema de forma ampla e acessível:O que é depressão: definição clínica e diferenciação de tristeza comum.Sinais e sintomas: como identificar alterações de humor, energia, sono, cognição e comportamento.Estatísticas e cenário nacional: prevalência no Brasil, impacto na saúde pública e nos custos sociais.Tratamentos disponíveis: psicoterapia, medicação, neuromodulação, mudanças de estilo de vida e novas abordagens terapêuticas.Estigma e preconceito: como a sociedade enxerga a depressão e os desafios enfrentados por quem convive com o transtorno.Histórias e reflexões: trazendo exemplos que aproximam a experiência clínica da realidade cotidiana.Nosso objetivo é informar, acolher e quebrar tabus, mostrando que a depressão tem tratamento e que falar sobre saúde mental é um passo fundamental para transformar vidas.
Ouvir no Spotify↗ - 3816 de ago. de 202515min
Cetamina
Neste episódio, vamos desvendar o que é a cetamina e por que ela vem revolucionando o tratamento da depressão resistente, transtornos de humor, TEPT e dor crônica. De onde veio esse medicamento, como ele age no cérebro e por que provoca resultados tão rápidos? Quais mitos, riscos, evidências científicas e polêmicas cercam seu uso em clínicas especializadas no Brasil? Descubra como a psiquiatria tem encarado esse avanço, quem pode se beneficiar e os cuidados necessários para garantir segurança e eficácia. Venha ouvir histórias, opiniões de especialistas e tudo que você precisa saber para entender o papel da cetamina na saúde mental do século XXI!
Ouvir no Spotify↗ - 3916 de ago. de 202515min
Transtorno do Espectro Autista
O autismo, ou Transtorno do Espectro Autista (TEA), é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a forma como a pessoa se comunica, interage socialmente e se comporta. O termo “espectro” indica que há diferentes níveis e manifestações, que variam de casos mais leves a mais severos.O autismo pode ser identificado ainda nos primeiros anos de vida, mas, em casos leves, só é notado mais tarde — inclusive na adolescência ou idade adulta. O diagnóstico é clínico e envolve avaliação multidisciplinar. Embora não tenha cura, o tratamento e o suporte adequados, incluindo intervenção precoce, terapias e adaptações no ambiente, podem proporcionar muito mais qualidade de vida, inclusão e autonomia para a pessoa autista.Mitos e verdades sobre o autismoVivências e relatos de pessoas autistas e famíliasO papel da escola e da sociedade na inclusãoDiagnóstico, tratamento e intervenções atuais
Ouvir no Spotify↗ - 4014 de ago. de 202512min
TDAH
Neste episódio, vamos falar sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, o TDAH. Vou explicar o que ele é, quais são os principais sintomas e também esclarecer alguns mitos e verdades que cercam o transtorno. A ideia é trazer informação científica de qualidade, de forma clara e acessível, para ajudar não apenas quem convive com o TDAH, mas também familiares, amigos e todos que queiram compreender melhor essa condição.
Ouvir no Spotify↗ - 4113 de jul. de 202510min
Introdução ao Podcast
Aqui falo um pouco sobre a proposta, que é abordar Saúde Mental de forma descontraída, mas sem negar o rigor Ético.Sigam no insta @giocondo.psiquiatra caso queiram ver mais assuntos ligados à Saúde Mental de forma geral.
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